Teste drive República – Paulista

Estação República - Linha Amarela

Embarque: Estação República - Linha Amarela

Hoje foi dia de experimentar a ligação entre as linhas Vermelha e Amarela do Metrô de São Paulo. Finalmente elas estão funcionado em horário de gente normal, das 4h40 às 0h. Minha idéia era comparar quanto tempo eu exonomizaria no trajeto da Moóca até a Avenida Paulista e ver se o trajeto novo compensa, pelo menos em termos de tempo.

Em um dia normal faço esse trajeto em cerca de 1h15, usando dois ou três ônibus, 55 minutos, usando ônibus e a Linha Verde embarcando na estação Vila Prudente. Minha expectativa era de fazer em cerca de 40 minutos, considerando que não saí de casa no horário de pico, muito por conta de não querer embarcar na estação Bresser antes desse horário, algo bem desconfortável. Como queria só avaliar o trajeto e não as condições em que ele é feito me permiti esse conforto.

Para medir o tempo de forma justa usei o celular, mas não o cronômetro e sim a playlist na função aleatória. Saí de casa por volta das 08h47 e apertei o play, a primeira música a tocar foi Head Over Heels do Tears For Fears. Embarquei rumo a estação Bresser, no trajeto ainda deu tempo de tocar Hootie & The Blowfish – Let Her Cry e James – Born of Frustration.

Lá na plataforma enquanto começava a tocar River of Deceit do Mad Season chegou o trem. Nem estava tão cheio, para

Interna Metrô

Vagão fora do horário de pico: super "de boa"

os padrões da Linha Vermelha, deveriam ter uns 3 passageiros por m². Deu tempo de tocar mais duas músicas até o desembarque na estação República: Live – Selling the Drama e Sugar Ray – Answer the Phone.

Dois lances de escada rolante é que separa o desembarque da estação antiga do embarque na Linha Amarela, de olho creio que 30% dos que estavam no mesmo vagão que eu embarcaram rumo a paulista também, uns 15% rumou para a Luz e o resto seguiu viagem no sentido Barra Funda. Bom deu pra praticamente todo mundo ir sentado, o celular agora avançava para Black Crowes – Remedy. O trajeto República – Paulista foi rápido, menos de 4 minutos acho, para que sobe a Consolação de ônibus diariamente, vindo da Ipiranga sabe que tem um gargalo no início da Consolação duro de superar. Acho que demorei mais tempo para sair da estação Paulista até a calçada do que lá dentro do trem.

Lá na calçada olhei conferi o tempo enquanto rolavam os primeiros acordes de Não existe amor em SP do Criolo, fora 35 minutos, mais uns 3 até o trabalho, tudo dentro dos esperados 40 minutos.

O trajeto, muito por conta do horário, foi sossegado mas a estação Paulista (aquela que fica na Avenida Consolação e não a estação Consolação que fica na Avenida Paulista) tem um sério problema em lidar com o fluxo de passageiros. Os acessos internos da estação para a plataforma parecem subdimensionados, num dia normal é um local confuso e pouco prático, num dia em que o Metrô estiver com alguma problema vai ser o caos.

A Cia do Metrô tem uma previsão de aumento constante do fluxo de passageiros, isso é bom para aqueles que necessitam viajar uma distância maior, também deve gerar uma alívio no corredor Rebouças-Consolação. Dessa forma acho que vou continuar mantendo meu trajeto de dois ou três ônibus, talvez a lotação diminua com o tempo e, de qualquer forma, meu bolso agradece.

PS: O tempo para escrever esse post foi o mesmo que demorei para ouvir o álbum Depois de um Longo Inverno – CPM22

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Indy SP 300

Não perde mais!  É assim o Téo José, narrador  da Band, anuncia o vencedor

Equipe Penske 2010, deve ser o carro mais bonito do grid

das corridas da Indy.
E agora, depois de uns 10 anos, a categoria volta a alinhar seu monopostos em São Paulo.
Mas nada de Interlagos  a disputa do dia 14 vai acontecer em um circuito de rua, na zona norte de Sampa,  usando o a Marginal Tietê e o Sambódromo como pista.

A Prefeitura gastou alguns milhões com as obras de adaptação da Marginal e disse que o local não vai alagar mais, essa eu quero ver. Como o contrato é longo creio que o valor seja recuperado, assim como na Fórmula 1.

Aliás é esse ponto que tem mais chamado a atenção sobre a prova do que a participação dos seis pilotos brasileiros.  É só dar uma olhada nos comentários dos posts do blog do Téo José no UOL e do Flávio Gomes no IG, a coisa está fervendo.

Circuito e arredores

Além disso, por conta de interdições para preparação da prova, alguns pontos da Marginal Tietê tem sido bloqueados para o tráfego aumenta do os congestionamentos. Pergunta: você viu alguma dessas interdições em jornais da Globo? Não né? Os caras simplesmente ignoram a existência do local, nem para avisar os incautos que o trânsito está ruim.  Bom exemplo…

Horários da Indy em SP

Dia 13

09h00 – 10h15: 1º treino livre
12h30 – 13h30: 2º treino livre
15h30 – 17h00: Classificação

Dia 14

09h00 – 09h30: Aquecimento
13h00 – Largada para 75 voltas (Band, BandNews e Bandeirantes)

Chances de chuva:

Entre 60% e 80%

Se chover acho que a vaca vai pro brejo…

Deixe um comentário

Arquivado em Miscelânia

Os melhores sambas enredo

O melhores sambas enredo

Fiz um top ten dos melhores sambas enredo que já vi/ouvi. Claro que isso abrange o início dos anos 80 até a primeira metade dos anos 90,  esse critério eu explico em outro post. De qualquer forma esse texto é um “metapost”, já que o conteúdo está originalmente está no Twitter: @alexandre_sp:

alexandre_sp #toptensambas 1 – União da Ilha – 1982 – É Hoje – http://migre.me/k2BH

alexandre_sp #toptensambas 2 – Mocidade Independente – 1991 – Chuê, Chuá… As Águas Vão Rolar – http://bit.ly/78K8WV

alexandre_sp #toptensambas 3 – Imperatriz Leopoldinense – 1989 – Liberdade, liberdade – http://bit.ly/9kF0yc

alexandre_sp #toptensambas 4 – Beija Flor – 1989 – Ratos e Urubus larguem minha fantasia – http://bit.ly/bfnBd2

alexandre_sp #toptensambas 5 – Nenê de Vl. Matilde – 1985 – O dia que o cacique rodou a baiana aí ó – http://migre.me/k2Eo (desfilando na Sapucaí)

alexandre_sp #toptensambas 6 – Mangueira – 1986 – Caymmi Mostra Ao Mundo O Que A Bahia E A Mangueira Tem – http://migre.me/jTUU

alexandre_sp #toptensambas 7 – Vila Isabel – 1988 – Kizomba Festa Da Raça http://migre.me/jTM1

alexandre_sp #toptensambas 8 – Império Serrano – 1982 – Bumbum Paticumbum Prugurundum http://www.youtube.com/watch?v=6hO33pWKwV0

alexandre_sp #toptensambas 9 – Gaviões da Fiel – 1995 – O que é bom é para sempre http://migre.me/jTHG

alexandre_sp #toptensambas 10 – Moc. Indep. de Pd. Miguel – 1992 – Sonhar não custa nada, ou quase nada http://migre.me/jTFb


7 Comentários

Arquivado em Miscelânia

Era um vez… o prédio mais alto do mundo

O mais maior de grande, quase que imagem não cabe.

110  andares, 510 metros de altura e um custo (em valores da época) de US$1,6 bilhões esse é, em resumo, o que seria o Maharishi São Paulo Tower.  Em maio de 1999 o ex-guru espiritual dos BeatlesMaharishi Mahesh Yogi, anunciou que pretendia construir em São Paulo, precisamente no Pari bem próximo a região central, aquele que seria o maior arranha-céu do mundo, com obras iniciadas em 2000 e inaguração em 2005.

Para efeito de comparação, na época,  alguns dos maiores edifícios eram o

WTC

O finado WTC

World Trade Center (EUA, 417 metros),  a Sears Tower (EUA, 443 metros) e a Petronas Tower (Malásia, 452 metros).

Ao redor dele seria construído um parque com mais de 1 milhão de metros quadrados que sumiriam com cerca de 70 quarteirões do bairro.

A forma singular da construção deve-se a inspiração da cultura védica, nascida na Índia no século XV antes de Cristo.  Aliás isso seria bem útil para gravar cenas da novela Caminho das Índias. E esta inspiração, além de problemas de licenciamento e a complicação de desapropriar terrenos, liberar avenidas e ruas e mudar linhas de metrô, ônibus e trem, são apontadas como algumas das questões que levaram ao fim do projeto.

Houve uma grande discussão entre os arquitetos e urbanistas sobre os impactos de uma obra tão grande na cidade, desde a questão da arquitetura (alguns ainda amam aqueles monstrengos neo-classicos) até a mobilidade social. O fato é que o Pitta (prefeito de São Paulo na ocasião) queria porque queria, mas não teve jeito e agora o arranha-céu é história. Inclusive isso faz muita gente ir passar a virada do ano na Av. Paulista, dúvidas que a festa seria no Pari caso existisse a torre?

A história do quase prédio mais alto do mundo, de forma bem melhor porque só usei minha memória e o Google, num livro lançado no fim de 2009: O Condomínio Absoluto.  Lá o arquiteto Carlos Teixeira narra num texto “épico real-fantástico” a historia do projeto.  Na verdade são dois livros, um com essa história e outro com fotos, matérias sobre o assunto e a cronologia da obra.  Informações sobre o (s) livro (s) estão no blog Vazio.

O atual maior prédio do mundo

PS: como nenhum título é eterno, por enquanto o edifício mais alto é o Burj Dubai, em Dubai, óbvio, aquele paraíso da arquitetura que está indo a falência. Acho que daqui a pouco alguém faz uma torre com 1km e acaba com recorde.

10 Comentários

Arquivado em Onde é isso?

361dias para o Ano Novo, Feliz 2011!

Fogos comemoram a volta do blog

Hoje é dia quatro de janeiro e já ouvi pessoas dizendo que o ano estava voando!
Então, antes que meu tempo psicológico, alcance o dessas pessoas devo começar a praticar aquelas inevitáveis promessas de Ano Novo.  Engraçado é que essas promessas sempre aumentam em quantidade e confesso que estou devendo (todas!) as de 2009.

Uma dessas promessas é realmente postar aqui ou então fechar essa budega de vez. Vou optar pela primeira e vamos ver se há folego para 50 posts, que dizer, 49 por que incluo este na conta, afinal 2010 já começou.

Num esforço supremo tentarei escrever dentro das regras do Novo Acordo Ortográfico, assim serei obrigado a reler tudo que escrevo antes de publicar, coisa que deveria fazer sempre e não faço nunca.

Mãos a obra!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

São Paulo City Tour: Igreja Nossa Senhora da Boa Morte (aberta 24 horas)

Igreja N.S. da Boa Morte, foto: Rafael Martins

No primeiro post da série  SPCT falei da Casa das Arcadas, cujo nome remete tanto as arcadas de sua fachada, quanto aos advogados que mantinham escritórios no local, formados pela faculdade de Direito do Largo São Francisco, cujo apelido é ‘Arcadas’.
Ao lado dessa faculdade “jaz” a Igreja Nossa Senhora da Boa Morte (que completa 200 anos em 2010), sendo então a faculdade um link sobre estes dois locais.  Parece que desde muito tempo as pessoas iam procurar os advogados na Casa das Arcadas e depois rezavam pelo dinheiro que iriam gastar nessa igreja.

O mais legal desse templo é que, poucos meses atrás, após um período de restauração – opa, mais uma ligação entre os dois locais ! – a igreja foi reinaugurada e agora funciona 24 horas por dia.  Ela fica na rua do Carmo, próximo a Pça da Sé. Aliás tarde da noite é a única coisa aberta na região que não é muito convidativa para um passeio pela madrugada.

Mas é bom saber que por lá tem um lugar que se pode tomar um vinho e comer uma hóstia a qualquer hora…

O endereço da boa morte

Tem um monte de detalhes históricos interessantes sobre o local que podem ser lidos nessa matéria do Estadão.  Então, se você pecou na madrugada e quer se confessar imediatamente, já sabe onde.

1 Comentário

Arquivado em Onde é isso?

Olhar Paulistano visita: Paraty (3 de 3)

Este post deveria ser pago pela Associação dos Comerciantes de Paraty (se existir) porque aí seria mesmo uma jabá e não só algumas considerações sobre o comércio local.  Poderia ter usado o post anterior para isso, mas só as fotos já ocuparam um bom espaço.

Para falar a verdade isso deveria estar pronto em 03/10 mas a preguiça me impediu.  Nem vou falar mais sobre o comércio local só uma dica: quando em Paraty nunca gaste seus caraminguás no Supermercado do Carlão, perto da rodoviária. Preços para gringo lá, fala sério…

Agora volto a postar regularmente aqui.

 

Deixe um comentário

Arquivado em Onde é isso?

Olhar Paulistano visita: Paraty (2 de 3)

É incrível  como o mau tempo fode atrapalha a vida de qualquer cidadão de férias querendo passear. Por mais que Paraty tenha arredores interessantes para se explorar o tempo cinza, o ventinho chato e a garoa desanimam qualquer cristão. Esse cenário de segunda e terça mudou o suficiente nos outros dias para render uns passeios interessantes. Pelo menos deu tempo de ver como os mochileiros gringos (principalmente franceses) estão por lá o ano todo. Todos muito educados por sinal. Se uma foto vale mesmo por mil palavras economizarei o teclado com as imagens abaixo.

Trilha lá pras bandas da Serra do Bocaina

Trilha lá pelas quebradas da Serra do Bocaina

Local ideal para rezar por um tempinho melhor. Saca as nuvens no fundo...

Local ideal para rezar por um tempinho melhor. Saca as nuvens no fundo...

Trindade deserta? Bem mais fácil de tirar fotos

Trindade deserta? Bem mais fácil de tirar fotos

Tem que enfiar o pé no barro das trilhas para chegar...

Tem que enfiar o pé no barro das trilhas para ...

... chegar nessa piscina natural lá na praia do Caixadaço, mas vale a pena

... chegar nessa piscina natural lá na praia do Cachadaço, mas vale a pena

No último post da série darei umas dicas da cidadezinha.
A parte 1 dessa história está aqui.

No último post da série darei umas dicas da cidadezinha já que camelamos bastante por lá.  A parte 1 dessa história está aqui.

1 Comentário

Arquivado em Onde é isso?

Olhar Paulistano visita: Paraty (1 de 3)

Desculpa aì, Paraty!

Desculpa aì, Paraty!

Enfim as merecidas férias!  Prometi um post sobre Paraty, mas para não fazer algo muito longo, vou dividí-lo em três partes.
Para chegar até aqui nós (eu e minha namorada) tivemos a grande trabalho de vasculhar a net em busca de um lugar baratinho para passar uma semana. Paraty foi o local eleito pela patroa (afinal é ela quem manda!) Beleza, setembro é baixa temporada ($!).

Usando o método bunda na cadeira e dedos no teclado fomos atrás de pousadas em Paraty e percebemos que a lista de pousadas e hostels era imensa. Perguntamos aos oráculos da net as pções, o Google nos enviou o universo, o WordPress um mundo e o Twitter respondeu: Pousada Brisamar ! Ok, está foi a escolhida mas ela tem seus méritos. Vasculhando o site Paraty.tur vimos que ela era uma das poucas que facilitavam a vida do internauta, tinha MSN, Skype, Orkut e tinha acabado de criar uma conta no Twitter e foi por lá que a encontramos. Algumas trocas de informações depois e o negócio estava fechado.

Malas feitas, passagens de bus compradas pelo Net Viagens e lá fomos nós, pena que na bagagem trouxemos a chuvinha paulistana.  Sorry Paraty!

Fim (da parte um né)

2 Comentários

Arquivado em Onde é isso?

É um pássaro? Um avião? Não! É o aerotrem!

Levy "Aerotrem" FidélixQuando li numa matéria que o  presidente do metrô, Jorge Fagali, mencionou um estudo para fazer um trem elevado, com 33 vagões e 18 estações ao longo da Raposo Tavares, logo pensei: é o Aerotrem. Meu segundo pensamento foi: Scooby Doo Levy Fidélix onde está você? Claro que roubaram a idéia se inspiraram no cara, espero que coloquem o nome dele em uma estação.  Espero que o Think Tank da Graja Viana pense o mesmo, acho que todos eles já foram para a Disney e podem falar como é andar no trenzinho.

Esse é o de Osaka, o da Disney é parecido, só que o Pateta é o condutor.

Esse é o de Osaka, o da Disney é parecido, só que o Pateta é o condutor.

Fuçando um pouco no mapa de expansão do transporte público de São Paulo é
possíve achar algumas outras referências a ligações por monorail (colocaram nome gringo para não chamar de aerotrem hehe) entre alguns bairros da capital principalmente em relação ao prologamento do Expresso Tiradentes. Alguém já ouviu falar de reunião do Think Tank da Cidade Tiradentes? Não né? Nem eu. Então acho que será mais fácil ir da estação Vila Sônia do Metrô pra Cotia, proposta Monorail Raposo Tavares,  do que esse negócio chegar lá no extremo da Zona Leste.

Quanto ao nosso querido Levi Fidélix, dono e senhor supremo do PRTB, achei ele numa entrevista ao CQC. Bem de acordo com sua proposta de trabalho ele apresenta a Dança do Aerotrem.

Abs

PS: estarei de férias mas postarei mais aqui para a série Olhar Paulistano visita: Paraty.
Em breve.

3 Comentários

Arquivado em Miscelânia

São Paulo City Tour: Casa das Arcadas

São Paulo City Tour será uma série de posts com fotos da cidade, nada de lugares muito manjados ou prédios muito conhecidos. A idéia é explorar visualmente a  metrópole dando destaque para locais que passamos diariamente mas que, por diversos motivos, não damos atenção.

EDIFÍCIO  CASA DAS ARCADAS

DO ORIGINAL ATÈ A VERSÃO RESTAURADA EM 2009

DO ORIGINAL ATÈ A VERSÃO RESTAURADA EM 2009

Esse prédio no centro velho de São Paulo, esquina com a Rua Quintino Bocaiúva e a Rua Benjamim Constant, nunca havia em chamado a atenção até que, uns dois anos atrás, por conta da Lei Cidade Limpa, as estruturas metálicas com propagandas que combriam a fachada foram retiradas. As fotos dois e três do conjunto acima são daquela época. A primeira foto é do início do século e as duas últimas são do pós-restauração.

A FAAP foi responsável pela restauração do imóvel, da qual é proprietária, e as informações a abaixo foram retiradas do site da instituição.

O edifício Casa das Arcadas foi construído na segunda metade da década de 20 pelo escritório Siciliano & Silva. Seu nome surgiu em decorrência dos arcos que formam a ornamentação da fachada externa e também em alusão aos advogados que mantinham escritórios no local, formados pela faculdade de Direito do Largo São Francisco, cujo apelido é ‘Arcadas’.

Todo o projeto foi valorizado com a implementação do projeto luminotécnico que conta com 47 arandelas com lâmpadas de vapor metálico e 36 projetores com lâmpadas fluorescentes, permitindo o realce do estabelecimento, capitéis ornamentados (topos das colunas) e mísulas, características arquitetônicas que remetem ao estilo neoclássico, predominante no centro paulistano da primeira metade do século XX.

ONDE É ISSO?

ONDE É ISSO?

ONDE É ISSO?

PS: Esse deveria ser o primeiro post a integrar o blog, o Flickr e o Twitter, porém os dois últimos estão fora do ar, pelo menos para mim.  Assim que possível as fotos, com melhor qualidade, estarão lá. Paciência.

3 Comentários

Arquivado em Onde é isso?

Onde fumar um (o problema é a bituca)

Não, esse não é um texto com dicas sobre onde é permitido fumar, é só um amontoado de observações sobre a lei antifumo.

Obrigado Por Fumar

Obrigado Por Fumar

Não fumo, nunca fumei, mas conheço um monte de gente legal que fuma e agora está preocupada em não poder exercer seu hábito.  Nenhuma tão legal como Nick Naylor (Aaron Eckhart) personagem principal do filme Obrigado Por Fumar. Para quem não conhece a película é o seguinte: Naylor é o principal porta-voz das grandes empresas de cigarros, ganhando a vida defendendo os direitos dos fumantes nos Estados Unidos. Não conto mais, é obrigatório assistir.

Bom, quem está no trabalho agora fuma no único lugar possível: na calçada. E aí as pessoas legais e as não tão legais chegam a mesma conclusão: fumar do lado de fora até que tudo bem, o que fode problema é que em São Paulo quase não existem lixeiras.  E aí as calçadas nem sempre tão limpas da cidade ganham mais um elemento, as bitucas de cigarro. Sou sensível, já percebi um certo aumento das bitucas na frente de alguns prédio.

Sim, aqui também é proibido.

Sim, aqui também é proibido.

Talvez o único lugar onde não se tenham problema com o aumento das bitucas é na PUC/SP, por lá o pessoal consome tudo até a última ponta. Li um dia desses que a reitoria iria impedir o uso de ilícitos no campus, talvez em protesto as pessoas fumem cigarros! Não que não se consumam cigarros por lá, pelo contrário o pessoal é heavy user até. Tive a oportunidade de fazer uma matéria, enquanto cursava jornalismo na instituição, em que acompanhei a certa distância um grupo de alunos por uma semana. Qualquer dia eu reconto essa história.  Os que fumavam jogavam as bitucas em qualquer lugar, agora com essa lei tenho dó dos funcionários da limpeza.

Essa lei criou pequenos paradoxos, você só pode fumar na calçada e nelas não costuma ter lixeiras. Você não é porco, mas também não vai colocar a bituca do cigarro no bolso. Alguns pensam em substituir o tabaco pela maconha (não. não fumo também) para eliminar o problema das bitucas aí cria-se um segundo paradoxo: alguém pode ser multado por fumar cigarros e afins, mas se estiver fumando maconha? É capaz de não acontecer nada já que a orientação da polícia é não prender pessoas que portem maconha em quantidade para uso individual.

Já vejo pessoas planejando músicas de protesto usando letras do Planet Hemp mas trocando as referência a cannabis por tabaco. Tenho dúvidas se essa lei irá pegar, difícil fiscalizar isso e mais difícil punir. Acho que sou racionalmente a favor da lei, mas entendo as que são contras.  Uma última observação, até onde eu sei deve ser proibido fumar nas cadeias mas cigarro é moeda corrente por lá. Algum fiscal vai se habilitar a multar um preso?

2 Comentários

Arquivado em Miscelânia

Cinco conselhos (in) úteis para esses tempos de H1N1, vulgo gripe suína

Eu havia prometido a mim mesmo não voltar a esse assunto, ainda mais em post seguidos. O problema é que mais e mais pessoas estão com um coportamento parecedo como o MONK. Adolescente não devem mais fazer a fila andar, imagino que adultos também não, então sem pega-pega nas baladas da vida. (juro que vi a Ana Maria Braga sugerir isso hehehe) Então, já que é pra chutar o balde, vamos a algumas dicas (com a ajuda do consultor desse blog o Dr. Google) de como se portar em público para evitar ficar gripado.
1 – Da Men´s Health (adaptado):Se alguém espirrar/tossir próximo a você prenda a respiração por trocentos segundos. O óbvio – segure a respiração o mais que puder depois que alguém espirrar ou tossir perto de você, recomenda o dr. Murray Grossan, otorrinolaringologista do hospital Cedars-Sinai, de Los Angeles (EUA) . “Pense no ar carregado de germes como uma fumaça”, diz o dr. Grossan. “Se você segurar o nariz, ela não entra.”
2 – Essa foi retirada, também, da Men´s Health (resumindo) Se você for atacado no escritório, contra-ataque com estresse. É o que mostrou uma experiência realizada na Universidade Estadual de Ohio (EUA) com 34 homens.Exponha-se ao estresse de curto prazo, sobre o qual tem certo controle, e você estará dando uma supercarga a seu sistema imunológico. O autor do estudo, dr. Jos Bosch, explica o fenômeno: “O corpo se prepara para o dano potencial e ativa seus recursos imunológicos”. Para usar o estresse como remédio, Bosch sugere pegar todos os pequenos projetos extras no trabalho ou ajudar um colega em alguma tarefa. “Não deve demorar mais que um dia ou um dia e meio”, diz ele. “Se a reação com o estresse for contínua, então o sistema imunológico
fica paralisado.” Já está sobrecarregado? Então jogue um videogame ao chegar em casa: Bosch descobriu que o estresse do jogo também pode aumentar os níveis de SIgA.
3 – De algum site sobre alimentação saudável: A pessoa pode tomar um caldo de batata duas vezes por dia. As cascas devem ser de 1 centímetro de espessura (deite fora os centros). Ferva-a durante cerca de 20-30 minutos; escorra, resfrie e beba. Faça este suco fresco e beba todos os dias.
4 – Da observação diária: Entre ou ônibus ou metrô devidamente protegido por luvas de procedimentos, pega o álcool gel (sempre ele) e uma lenço descartável e limpe o lugar onde você pretende sentar, mas antes de sentar coloque um daqueles assentos higiênciso descartáveis. Se estiver em pé use no suporte em que você for segurar.
5 – Esse também: Isso teria a aprovação de uma senhorinha que estava num ônibus e falou para o netinho não sentar em determinado lugar porque outra pessoa tinha acabado de levantar dali. Ok, fala isso pro povo que procurar lugar na praça de alimentação em frente o Mc Donalds num sábado a tarde…
Ok, chega disso. Na próxima segunda sem histerias por aqui. Abs.
Monk fazendo escola, é isso aí.

Monk fazendo escola, é isso aí.

Eu havia prometido a mim mesmo não voltar a esse assunto, ainda mais em posts seguidos. O problema é que mais e mais pessoas estão com um conportamento parecido como o MONK.  Adolescente não devem mais fazer a fila andar, imagino que adultos também não, então sem pega-pega nas baladas da vida (juro que vi a Ana Maria Braga sugerir isso hehehe).  Então, já que é pra chutar o balde, vamos a algumas dicas (com a ajuda do consultor desse blog o Dr. Google) de como se portar em público para evitar ficar gripado.

1 – Da Men´s Health (adaptado):Se alguém espirrar/tossir próximo a você prenda a respiração por trocentos segundos. O óbvio – segure a respiração o mais que puder depois que alguém espirrar ou tossir perto de você, recomenda o dr. Murray Grossan, otorrinolaringologista do hospital Cedars-Sinai, de Los Angeles (EUA) . “Pense no ar carregado de germes como uma fumaça”, diz o dr. Grossan. “Se você segurar o nariz, ela não entra.”

2 – Essa foi retirada, também, da Men´s Health (resumindo) Se você for atacado no escritório, contra-ataque com estresse. É o que mostrou uma experiência realizada na Universidade Estadual de Ohio (EUA) com 34 homens.Exponha-se ao estresse de curto prazo, sobre o qual tem certo controle, e você estará dando uma supercarga a seu sistema imunológico. O autor do estudo, dr. Jos Bosch, explica o fenômeno: “O corpo se prepara para o dano potencial e ativa seus recursos imunológicos(o SIgA)”. Para usar o estresse como remédio, Bosch sugere pegar todos os pequenos projetos extras no trabalho ou ajudar um colega em alguma tarefa. “Não deve demorar mais que um dia ou um dia e meio”, diz ele. “Se a reação com o estresse for contínua, então o sistema imunológico fica paralisado.”  Já está sobrecarregado? Então jogue um videogame ao chegar em casa: Bosch descobriu que o estresse do jogo também pode aumentar os níveis de SIgA.

3 – De algum site sobre alimentação saudável: A pessoa pode tomar um caldo de batata duas vezes por dia. As cascas devem ser de 1 centímetro de espessura (deite fora os centros). Ferva-a durante cerca de 20-30 minutos; escorra, resfrie e beba. Faça este suco fresco e beba todos os dias.

4 – Da observação diária: Entre ou ônibus ou metrô devidamente protegido por luvas de procedimentos, pega o álcool gel (sempre ele) e uma lenço descartável e limpe o lugar onde você pretende sentar, mas antes de sentar coloque um daqueles assentos higiênciso descartáveis. Se estiver em pé use no suporte em que você for segurar.

5 – Esse também: Isso teria a aprovação de uma senhorinha que estava num ônibus e falou para o netinho não sentar em determinado lugar porque outra pessoa tinha acabado de levantar dali. Ok, fala isso pro povo que procurar lugar na praça de alimentação em frente o Mc Donalds num sábado a tarde…

Ok, chega disso. Na próxima segunda sem histerias por aqui. Abs.

2 Comentários

Arquivado em Miscelânia

Vacina que cura para H1N1 (Gripe suína) é a mesma acaba com zumbis

Ah, então foi você né?

Ah, então foi você né?

É incrível como nas últimas semanas (ou já são meses?) temos sido bombardeados pela a histeria (e não pandemia como dizem) em torno do H1N1, vulgo gripe suína. No dia que acharem uma vacina para a gripe o Papa vai rezar uma missa na Praça São Pedro, com certeza. Incontáveis páginas de jornais e hora de programação televisiva martelando isso. Mas algo me intriga nisso tudo, os números. Esse números me incomodam porque pode-se contrair ou morrer mais facilmente dessas opções que citei do que H1N1, porém tente procurar algo sobre essas doenças e você “tá na roça”. Muito disso, creio, seja porque o vetor da gripe sejam os humanos e não aqueles mosquitos com nome em latim. Por exemplo:

1 – mortes por gripe “comum” em São Paulo no ano de 2008: 6.324 (dados do Tabnet)
2 – mortes por dengue no Rio de Janeiro no primeiro semestre: 50 (outras 50 mortes são suspeitas)
3 – casos de malária em São Paulo: 1.600

O pai do gênero

O pai do gênero

Engraçado que estamos nos comportando como pessoas em filmes de zumbis. Filmes de zumbis “sérios” servem como alegoria para se falar de política e do comprotamento humano. De clássicos do Romero como “A Noite dos Mortos-Vivos” de 68 e “O Despertar dos Mortos-Vivos”, de 79, até os recentes Extermíno de Danny Boyle (Transpotting e Cova Rasa) e Extermínio 2 de Juan Carlos Fresnadillo, se você prestou atenção percebeu que quase sempre existem dois caminhos: o mais correto, do ponto de vista da comunidade, e o que traz a satisfação pessoal, o menos correto na maior parte das vezes. Em todos os casos a gripe (e zumbis) só se espalha quando deixamos de tomar decisões lógicas:

1 – Lotamos inutilmente hospitais, mas temos que evitar aglomerações. Que lugar mais com mais possibilidades de infecção que hospital lotado?
2 – usamos máscaras que não tem efeito pois só servem para quem já está gripado e por um curto período de tempo.
3 – queremos usar álcool líquido com concentração de mais de 90%, mas ele evapora antes de ser eficaz como desinfectante.
4 – se alguém tosse perto de você é motivo pra pânico, mas quantas bocas diferentes tiveram contato com você ultimamente?

Lembrei de um caso ocorrido a cerca de dois meses ou três meses. Um cara chegou de viagem com suspeita da gripe. Ele foi a um hospital e fez um exame, porém antes do resultado sair, resolveu viajar. Foi até o terminal Barra Funda e pegou um ônibus que seguia para Sorocaba, lá ele recebeu o diagnóstico positivo para H1N1. Bom como a merda a coisa já estava feita, as autoridades resolveram alertar as pessoas que viajaram naquele ônibus sobre a necessidade de exames porém, quase nenhuma preencheu com dados de contato no bilhete de embarque. Resultado? Alguém pode ter sido contaminado por que o primeiro “Homer” decidiu dar umas voltinhas e não se importou com os outros, mas quase ninguém pode ser encontrado porque não preencheu a porra do o bilhete de embarque. Em nenhum filme de zumbi vi tamanha estupidez, e esse só foi um exemplo, preste atenção a sua volta. Abs.

PS: Pra ninguém falar que sou muito ranzinza, copiei umas dicas de hospitais que fazem o exame. Ela saiu na Revista do Folha no último domingo. Não vou linkar por que é conteúdo só para assinante do site.

Os números mostram que o medo do paulistano tem gerado uma corrida por vezes desnecessária. Na última semana, a Secretaria de Saúde informou que, das 2.583 análises de sangue e secreções colhidas de pessoas que procuraram hospitais da cidade de São Paulo, o resultado deu positivo para o vírus H1N1 em 649 delas, isto é, 25,12% dos casos. Em 48% dos testes, as pessoas não estavam nem mesmo gripadas. Em todo caso, se a preocupação estiver tirando o sono, é melhor aproveitar a madrugada para sanar a dúvida mais rápido.

Fugindo da fila

Para economizar tempo no pronto-socorro dos hospitais

M’BOI MIRIM
Pior 11h às 23h (piora depois das 17h)
Melhor 4h às 10h

OSWALDO CRUZ
Pior 11h às 22h
Melhor durante a madrugada

SABARÁ
Pior durante a semana (19h às 23h); sáb. e dom.: 11h às 14h
Melhor período da manhã

SAMARITANO
Pior 10h às 22h
Melhor madrugada

SANTA CATARINA
Pior 11h às 23h
Melhor 3h às 10h

SÃO CAMILO (Unidade Pompeia)
Pior 10h à 0h
Melhor 1h às 10h

SÃO PAULO
Pior 13h as 19h (piora a partir das 15h)
Melhor durante a madrugada

SERVIDOR ESTADUAL
Pior 11h30 às 16h
Melhor 23h às 5h

1 Comentário

Arquivado em Miscelânia

Textos, pombas e uma tentativa de periodicidade

O que acontece quando se dá asas aos ratos? Ele viram pombas!

O que acontece quando se dá asas aos ratos? Eles viram pombas!

A primeira lei para se manter um blog e não deixá-lo “a Deus dará” como eu faço é ter um mínimo de periodicidade nas atualizações. Diante desta constatação vou tentar manter o mínimo nessa coisa, então fica assim: as segundas sempre tem algo novo, se der tempo as quintas também mas já sem tanto (como seu eu tivesse muito) compromisso. Como pensei nisso agora e não tenho nada novo, vou colocar algo legal que saiu no fim de semana na Revista da Folha. É um texto de um blog, o Haja Saco, que vez ou outra dou uma olhada, mas nunca tinha visto o post que vou reproduzir abaixo. Engraçado ele ter saído impresso, um monte de pessoas novas devem ter lido mas, quando entrarem no blog, vão se deparar com um aviso de encerramento das atividades. Pena, acontece. Alguns textos do blog foram reunidos em forma o livro também chamado de Haja Saco. O livro foi foi escrito pelos jornalistas Alê Duarte (Rolling Stone), Fábio Chiorino (Xpress), Gilberto Amendola (Jornal da Tarde), Marc Tawil (BandNews FM) e Maurício Duarte (Rolling Stone) e aborda desde poesias a críticas culturais. Segue. O texto abaixo é do Chiorino.

Homens-pombais

A idade não importa. Sabemos, mesmo precocemente, que muitas coisas na rotina contemporânea de São Paulo acontecem de maneira completamente diferente de tempo atrás. A minha percepção é em relação às pombas. Para ficar mais claro, farei um breve histórico sobre a minha convivência com a espécie.

Nunca gostei delas. Lembro que minha mãe sempre falava: “Para de tentar chutar estas pobres pombas. Sossega, moleque”. Mesmo assim, eu insistia na tentativa de acertá-las com o meu pé bom (o esquerdo). Admito também que ficava com um sorriso sombrio no canto da boca quando flagrava uma pomba sendo atropelada. Tolices de infância, obviamente.

Sadismos à parte, sempre analisei a questão pela seguinte ótica: a pomba urbana é um animal sem qualquer utilidade. Ninguém sabe ao certo qual sua participação na cadeia alimentar. É um bicho sujo, que traz doenças e entretém apenas os idosos mais solitários da praça da Sé.

No passado, me chamava a atenção quando alguém passava perto ou ameaçava uma abordagem, e a pombinha, aflita, logo saía voando pelos ares cinzentos da metrópole. Hoje, observo que as pombas não se assustam por qualquer coisa. Paulistanos e pombas dividem a mesma calçada. Elas estão lá, sem arredar uma pata, ciscando restos de comida e dejetos. Também não é difícil notar a grande presença delas nos jogos de futebol. Elas se alojam nos cantos das traves do Morumbi, acompanham partidas nas arquibancadas do Pacaembu. Com toda a insolência possível, não perdem um lance sequer.

Tirei disso uma conclusão sociológica. Há uns dez anos, as pessoas viviam com mais tranquilidade, tinham um dia a dia menos cronometrado. Atualmente, as pombas parecem ter se acostumado com a terrível pressa dos humanos. Ou seja, as aves não perdem mais tempo levantando voo a qualquer sombra que surja. Elas compreenderam que a afobação faz parte da constituição genética do paulistano.

Uma pesquisa mais aprofundada certamente revelaria que, com o passar dos anos, as pombas se tornaram mais gordas, lentas e menos atléticas. Sedentárias ou não, a espécie decifrou toda a nossa previsibilidade. O animal sabe que aqueles passos fortes e contínuos não são para espantá-lo. Acho que o sindicato das pombas deve realizar algumas assembleias na estação da Luz para zombar de nossa frenética conduta.

O paulistano de hoje é como a pomba de outrora. Desconfiado de todos, sem olhar para os lados, prestes a fugir diante de qualquer ameaça. As pombas, acostumadas a se alimentar do lixo, se deliciam com tal cenário, no qual não se distingue mais quem é o animal da história e qual é o ser que controla o próprio meio em que vive.

Deixe um comentário

Arquivado em Miscelânia